Isaac Asimov critica a aprendizagem forçada

Por Michele Müller

Não existe, em algum laboratório, um cérebro-modelo com o qual os outros devam ser comparados para serem considerados normais. Esse princípio, defendido pelo psicólogo e escritor Thomas Armstrong, guia as mais profundas e pertinentes discussões sobre a valorização e o respeito às diferenças dentro e fora das escolas.

Muito antes de surgir o termo neurodiversidade, o mestre da ficção científica Isaac Asimov resumiu, em uma entrevista, a necessidade de uma revisão no sistema educacional que tenta encaixar em um formato padrão mentes com inclinações diversas e em diferentes estágios de maturidade. tenta encaixar em um formato padrão mentes com inclinações diversas e em diferentes estágios de maturidade.

O que as pessoas chamam de aprendizagem é algo forçado. Todos são forçados a aprender a mesma coisa, no mesmo dia e no mesmo ritmo. Mas um é diferente do outro. Para alguns, as aulas são muito aceleradas, para outros muito lentas e para outros são apresentadas em uma direção errada. Mas garanta a todos a chance de seguir sua inclinação, de descobrir seus interesses em seu próprio ritmo, na hora certa, e todo mundo irá gostar de aprender.

Isaac Asimov em entrevista a Bill Moyers (A World of Ideas, 1988)

http://www3.sympatico.ca/jason.arms/

Michele Müller

28 maio 2018

O que a vida espera de você?

Em uma das minhas usuais caminhadas pelo bairro, deparei-me com uma fotogênica gatinha branca me espiando de dentro de uma casinha de cachorro, em uma terreno de uma

Michele Müller

11 dezembro 2017

O propósito do amor não é eliminar as diferenças, mas aprender com elas

Ao descrever as complexidades de uma vida compartilhada, na autobiografia Hour Glass, a escritora americana Dani Shapiro parte das situações mais particulares para colocar o leitor frente a

Powered by tnbstudio